Complementos Pessoais, em Equilíbrio

Atualizado: Out 24


Agora que já vimos mais de perto sobre uma base de clássicos e suas releituras, para um equilíbrio do vestir da maneira que acreditamos, agora é tempo de abordar os complementos pessoais. Para um armário fortalecido com os nossos essenciais - sejam eles as peças clássicas, literalmente, ou as que são atemporais em seu dia a dia - e ao mesmo tempo em que expandimos outras expressões, vontades, gostos. Outras escolhas em que praticamos a base de clássicos como uma "tela em branco do vestir" e os complementos como as cores, um "tempero" de nossa identidade, criatividade, multiplicidade. Motivo pelo qual não me identifico com um modo de vestir que enfatize números específicos de peças, e/ou com apenas peças minimalistas.


Sinto que a soma da liberdade de complementarmos essa base com acessórios e peças que não necessariamente vamos usar tanto, que não necessariamente refletem nossas principais escolhas nos permite praticar uma abertura a esses não essenciais de maneira mais equilibrada. Assim como com as dietas, pois quanto mais restritivas sabemos ser maior a chance de cair em impulsos, exageros, arrependimentos, desperdícios.


Resumindo, é tudo mesmo sobre a potência de nos sentirmos mais preenchidas, suficientes, com essa base sólida do que nos é clássico, durável, essencial. E os complementos, um "tempero" a mais. Sem excessos, para não pesar.


E para finalizar, nada como o bom e velho pinterest para treinar, contemplar esse olhar. Se quiser companhia por lá, minha pasta de clássicos e releituras e a de complementos pessoais.



Na foto, uma camiseta que faz parte dos meus complementos e que adoro mesclar com as peças da base clássica, como essa calça risca de giz. Ela veio de um brechó da minha cidade e gosto de usar nos dias esporádicos em que "bate" a vontade de usar uma cor mais viva.

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